segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Não conseguia dormir. Algo estava me deixando com insônia. Andei na rua, fumei um cigarro, pra tentar aliviar essa agonia. Voltei pro meu quarto, sentei na cama e fitei-me no espelho, com meu rosto pálido, minha visão turva e sem expressão.. de repente, lembranças me vieram a cabeça. lembranças com você. naquele momento, consegui sentir sua respiração, tão perto de mim, minhas mãos trêmulas anseavam pela sua pele, e minha ansiedade só aumentava, quase sentia sua presença naquele quarto. alucinação? não sei. mas estava me deixando louca. e eu precisava de você.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
- Não tem eletricidade aqui?
- Não precisamos dela. As pessoas se acostumam com a conveniência. Acham que a conveniência é melhor, jogam fora o que é realmente bom.
- Mas, e a iluminação?
- Temos velas e óleo de linhaça.
- Mas a noite é tão escura..
- Sim. A noite tem de ser assim.. Por que a noite deveria ser clara como o dia? Eu não gostaria de não conseguir ver estrelas à noite.
- ''A Aldeia Dos Moinhos'' , do filme 'Sonhos'
- Não precisamos dela. As pessoas se acostumam com a conveniência. Acham que a conveniência é melhor, jogam fora o que é realmente bom.
- Mas, e a iluminação?
- Temos velas e óleo de linhaça.
- Mas a noite é tão escura..
- Sim. A noite tem de ser assim.. Por que a noite deveria ser clara como o dia? Eu não gostaria de não conseguir ver estrelas à noite.
- ''A Aldeia Dos Moinhos'' , do filme 'Sonhos'
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
(...)
Cheguei lá, ambiente caótico
Rock, alcool, cigarros, muita gente
E ela se destacava no meio das pessoas.
Sei que estava me evitando, mas precisava falar com ela
' oi, tudo bem? '
' oi.. to bem '
' ... '
Me deu as costas, e passou o resto da noite fugindo
Na sua melancolía inexplicada
Nos olhvamos, mas ficavamos em silêncio
Um silêncio perturbador..
(...)
Chegou a hora de ir. Me despedi das pessoas
Me despedi dela, e fiquei parada em sua frente
Olhando-a, e pensando ' mas afinal, o que você tem? '
Ela me olhou, e disse ' o que você quer? '
Cheguei lá, ambiente caótico
Rock, alcool, cigarros, muita gente
E ela se destacava no meio das pessoas.
Sei que estava me evitando, mas precisava falar com ela
' oi, tudo bem? '
' oi.. to bem '
' ... '
Me deu as costas, e passou o resto da noite fugindo
Na sua melancolía inexplicada
Nos olhvamos, mas ficavamos em silêncio
Um silêncio perturbador..
(...)
Chegou a hora de ir. Me despedi das pessoas
Me despedi dela, e fiquei parada em sua frente
Olhando-a, e pensando ' mas afinal, o que você tem? '
Ela me olhou, e disse ' o que você quer? '
As palavras me atingiram com força
Baixei a cabeça devagar
Dei as costas pra ela, e fui embora
( eu queria você.. )
(...)
Baixei a cabeça devagar
Dei as costas pra ela, e fui embora
( eu queria você.. )
(...)
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
(...)
Eu gosto de morrer aos poucos
Pequenas doses de auto-destruição
Quem gosta de viver inconsequente
Deixe em casa o coração
Eu não carrego mais o meu
A vida é mais gostosa
Fora dos trilhos
Enlouqueço passo mal
Respiro tristeza e perigo
Não faço das cinzas meu final
Não me envolvo com gente decente
Me cansa me corrói
Pra não ter as ferdas pra sempre
Deixo em casa o que dói
(...)
Com Um Buraco No Peito - Andróide Sem Par
Eu gosto de morrer aos poucos
Pequenas doses de auto-destruição
Quem gosta de viver inconsequente
Deixe em casa o coração
Eu não carrego mais o meu
A vida é mais gostosa
Fora dos trilhos
Enlouqueço passo mal
Respiro tristeza e perigo
Não faço das cinzas meu final
Não me envolvo com gente decente
Me cansa me corrói
Pra não ter as ferdas pra sempre
Deixo em casa o que dói
(...)
Com Um Buraco No Peito - Andróide Sem Par
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Minha doce dor se esconde
Por trás de um sorriso
Comprado, corrompido
Feliz fingido
Penso, dispenso explicações
Não controlo meu super-ego
Impossivel entender minha tristeza
Já desisti ,não existe porquê
Sou apenas mais um alegre deprê
Busquei em vão
Identificar
Motivos para não
Querer te guadar
Seria o Rolex? - Móveis Coloniais de Acaju
Por trás de um sorriso
Comprado, corrompido
Feliz fingido
Penso, dispenso explicações
Não controlo meu super-ego
Impossivel entender minha tristeza
Já desisti ,não existe porquê
Sou apenas mais um alegre deprê
Busquei em vão
Identificar
Motivos para não
Querer te guadar
Seria o Rolex? - Móveis Coloniais de Acaju
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Eu sei que nada tenho a dizer,
Mas acabei dizendo sem querer
Palavra bandida!
sempre arruma um jeito de escapar
Seria tudo muito melhor
Se a musica falasse por si só
dá raiva da vida
Nada existe sem classificar
Penso, tento
achar palavras pro meu sentimento
Tanto é pouco, nada diz
Não é triste ,nem feliz
Mesmo sendo
Um pranto, um choro ou qualquer lamento
Nada importa, tanto faz
Se é pra sempre ou nunca mais
Pensei em mil palavras, e enfim
Nenhuma das palavras coube em mim
Não vejo saida
Como vou dizer sem me calar?
Diria mudo tudo o que faz
Minha vida andar de frente para tras
Uma frase perdida
Num discurso feito de olhar
(...)
Sem Palavras - Móveis Coloniais de Acaju
Mas acabei dizendo sem querer
Palavra bandida!
sempre arruma um jeito de escapar
Seria tudo muito melhor
Se a musica falasse por si só
dá raiva da vida
Nada existe sem classificar
Penso, tento
achar palavras pro meu sentimento
Tanto é pouco, nada diz
Não é triste ,nem feliz
Mesmo sendo
Um pranto, um choro ou qualquer lamento
Nada importa, tanto faz
Se é pra sempre ou nunca mais
Pensei em mil palavras, e enfim
Nenhuma das palavras coube em mim
Não vejo saida
Como vou dizer sem me calar?
Diria mudo tudo o que faz
Minha vida andar de frente para tras
Uma frase perdida
Num discurso feito de olhar
(...)
Sem Palavras - Móveis Coloniais de Acaju
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