sexta-feira, 12 de abril de 2013
Ouvi falarem o nome dela. Só ouvir esse apelido já me dá agonia, já é reflexo eu pensar "filha da puta" quando escuto. Passei no lugar errado, na hora errada, encontrei aqueles olhos claros me encarando de dentro de uma das barracas, e logo depois ela sorriu soltou o "oi.." mais sarcástico que eu já ouvi. Fazia muito tempo que eu não ouvia aquela voz.. que agonia. Sorri igualmente sarcástica, e passei direto. Várias pessoas, vários drinks, e de repente chuva. que merda. essa festa tinha que ser ao ar livre? mas não ligo. e daí que eu to meio bêbada encharcada na chuva? fora esse frio do caralho. olhei pra frente e vi onde eu estava. onde ela estava. parada, encostada perto do portãozinho da barraca, me olhando. dessa vez fiquei olhando pra ela. nos encarávamos com olhares que diziam uma pra outra "desgraçada", mas sorriamos. Uma conhecia o lado ruim da outra como ninguém. As duas estavam conectadas de algum jeito, talvez só por um passado imundo. Num gesto de trégua, ela abriu o portão me convidando pra entrar. Entrei. Mas não trocamos uma palavra sequer, era eu de um lado da barraca e ela do outro, conversando com umas pessoas. Um menino do meu lado dando em cima de mim, eu pensava "tá perdendo o seu tempo, cara" e de vez em quando olhava pra ela. Essa mulher eu nunca vou entender, e dispenso enteder. Conheço bem o suficiente pra saber que ela é o tipo de pessoa com quem eu não devo me meter. Nunca mais. Depois de xingamentos, brigas, mentiras, traições, magoas, amor transformado em ódio. O amor era mentira, mas o ódio é verdadeiro. Ou não. Ela me protegeu da chuva. Não sei, na verdade nunca soube o que essa mulher quer. E não quero saber. Filha da puta, achando que sempre consegue o que quer. E consegue mesmo,
até já me conseguiu um dia. Como eu era idiota. Pelo menos fiz ela de idiota também. Cruel da minha parte, sim. Mas merecido. Pra ela não achar que podia chegar com esse jeito e sorriso, me usar e jogar fora como faz com todas. A chuva não parou, mas vou sair daqui. Não sei se é ela quem eu não suporto ou se é o jeito que ela lembra a mim mesma.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Acompanhe o pássaro, mas não atrapalhe o voo
"Amar é ter um pássaro pousado no dedo.
Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que,
a qualquer momento, ele pode voar”
isso descreve bem a fragilidade desse amor. Todos os dias durmo com medo de que você acorde no outro dia e simplesmente não me queira mais. É como uma bomba que pode explodir nas minhas mãos a qualquer momento. Um pássaro que ameaça voar a cada dia, e quando ameaça, destrói todas as certezas que eu construo e reconstruo. Seguro a tua mão enquanto posso, e quando você decidir ir, vou querer dizer "Fica. Fica comigo, por favor" e não vou dizer. Não quero te prender a mim de nenhuma forma, você que tem que querer ficar. Mas você não quer ficar. Quem quer ficar não tem essas dúvidas que você tem, pequena. Te pedir pra ficar comigo é como tentar abraçar fumaça, um vulto de fumaça em forma de mulher. Só espero que ainda demore pra você decidir voar.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Tenho tanto pensamento guardado sobre você que até sinto que posso explodir. Teu jeito me prendeu de um jeito que eu não sei explicar. É tão lindo (e triste) o nosso amor, guria. Nossos abraços apertados, carinhos, corpos que nunca se tocaram. Olhares apaixonados que nunca se encontraram, beijos que nunca aconteceram. Mas a gente sente. A gente sente cada detalhe. A gente se conhece como ninguém. To louca, muito louca, pra te ter nos braços. Que merda, to completamente apaixonada por você. Falei que não diria com tanta frequência que te amo porque dói em mim dizer. Eu tento esquecer, eu tento ignorar, dói, dói muito. E fica mais difícil quando eu escuto a tua voz do outro lado do telefone. Mas digo, porque não quero que você esqueça disso. E não quero que tente esquecer. Que absurdo, nem minha você é. E não quero que seja. Assim, do nosso jeito, tá bom. Não é nada fácil escrever sobre você, você é algo tão inexplicável pra mim, não consigo organizar e botar no papel. Quantas vezes já não imaginei como seria te abraçar.. te envolvendo com os braços e apertando forte, sentindo o seu calor, e sem querer largar, te sentindo minha, completamente minha, por um momento. Seria até difícil respirar, de nervosismo talvez, ou de tanto que dói saber que vou ter que largar. Dá um vazio grande toda noite não te sentir.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
02/06/2012
- Cheguei. é isso. Já to aqui, e agora é só esperar ela chegar. caralho, to nervosa, melhor beber alguma coisa pra relaxar. Ela não chegou ainda, será que ela vem mesmo? Mais uma cerveja? tudo bem. E se ela vier, será que vai querer ficar comigo? Pode ser que eu tenha entendido errado, vai que ela não quer.. Porra, preciso de mais cerveja. Ela chegou. Tá bem ali, e você só olhando, a meia hora. deixa de ser covarde e vai falar com ela, Mariana. Levanta e vai. (tá meio difícil andar em linha reta..)-
Cheguei na mesa dela, falei com as pessoas, e por ultimo com ela.
Nos abraçamos mais tempo do que um abraço normal dura.
(larga ela, mariana. você deve estar parecendo uma idiota bebada)
Saí de perto pra não acabar fazendo alguma coisa que estragasse tudo.
- caralho, eu fiquei bebada. que merda. calma, se segura. não faça nenhuma besteira. Tá, aceito mais uma cerveja. NÃO, para de beber. Tarde demais. o jeito que ela me abraçou, será.. não, não seja precipitada. deve ter sido um abraço normal, e você, idiota, quase não soltou a menina. Bom, ela tá ali, perto daquela mesa. Tenta pelo menos falar com ela. Respira.-
Cheguei perto dela, e não consegui dizer nada, acho.
Posso ter pensado em falar, mas não falei.
Abracei-a de novo.
(idiota, idiota, idiota)
E ela me abraçou tambem.
(é, talvez não tão idiota assim)
Fomos pra dentro da casa, pegar uma bebida
Encostei na parede, me equilibrando
Ela disse rindo 'cê tá muito bebada'
(é, eu sei que estou.)
e de repente, me beijou.
- Porra, ela me beijou. e que beijo bom o dela. Dá vontade de não parar nunca. minha namorada? ou ex namorada.. não, não quero pensar agora. Nesse momento é só eu e ela. a unica coisa que eu preciso na minha cabeça. foda-se se estou bêbada, eu esperei por isso, não vou me arrepender depois.-
Ela me encostou num murinho e me beijou de novo
Acho que passamos horas lá, no meio da festa, sem ligar pra mais nada
Ficando ao som de Matanza e funks aleatórios, que romântico.
Algumas horas, algumas interrupções, algumas mudanças de lugar
- tá melhor do que eu esperava. Realmente valeu apena ter vindo pra festa. Mais bebida? não, obrigada. tenho que tentar ficar sóbria. Espero não fazer nenhuma besteira.. Se nós somos bi? Não, cara. Vá se foder. Hoje ela é só minha. e eu só dela. Espero que não só hoje, né.. não, sem precipitações. Mas espero.-
Levei ela mais pra dentro da casa
Nos encostamos numa parede por lá
Tinham poucas pessoas, a maioria já estava bebada.
- Esse efeito de alcool não passa nunca, argh. Pelo menos ela não reclamou disso. O abraço dela é bom pra caralho tambem.. Nunca tinha notado aquele quarto ali. Legal, almofadas no chão. O quarto tá vazio agora, quero ir pra lá.. não, o que ela vai pensar de mim? que a minha intenção é só sexo. Bom, não é uma má ideia.. NÃO, para de pensar isso, mariana. Você ficou com ela hoje, olha o que tá pensando. Mas que dentro do quarto é melhor do que aqui, deve ser. Mas.. Ah, foda-se.-
Puxei ela pela mão pra dentro do quarto
Fechei a porta, começamos a nos beijar de novo
ela deitou nas almofadas e me puxou pra cima dela
- Calma. Calma. Calma. Calma. se controle. não faça nenhuma idiotice. Se a porta tem chave? não, não tem. e isso importa nessa festa? Caramba, que menina irresistível.. calma, não faça nada que ela não queira. Que porra é essa? saiam daqui, e apaguem a luz. por que eu tinha que estar bêbada? se controle.. que sutiã difícil de abrir, minha nossa. Gente, parem de entrar no quarto. saiam, por favor. O que? você já tem que ir? É a sua irmã gritando lá fora? Certo então..-
Larguei ela, deitei nas almofadas
Ela ficou por cima de mim e me deu um beijo de despedida
Fiquei um momento lá, enquanto via ela levantar e ir embora
Me levantei em seguida, pra não ficar lá sozinha com outro casal
Acompanhei ela ate o portão da casa, e fiquei lá parada.
- É isso. Aconteceu mesmo. Nossa, já é tarde assim? nem vi o tempo passar.. agora vou beber mais. Fumar? claro, porque não. Fiquei com o cheiro dela, como é bom.. Que sensação estranha.. saudade dela? já? Queria que ela tivesse ficado mais tempo. Queria ve-la mais vezes. Queria ela pra mim. -
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Last Kiss
É o fim. Estou aqui sentada olhando a chuva, sem dormir, sem comer, como de costume. Costume que veio depois que ela se foi. Como se a substituisse, e substituiu. Agora a solidão está sempre do meu lado, como ela sempre estava. Acendo um cigarro atras do outro, ha quanto tempo não fazia isso porque ela não gostava, dizia ''vai acabar com a sua saúde''. Não ligo pra minha saúde agora, não ligo pra mais nada. Fumo pra me distrair, pra não ter um colapso nervoso ou algo do tipo, e a bebida parou de fazer efeito ha uns dias. A unica coisa que ecoa na minha mente vazia são imagens, todas aquelas pessoas de luto em volta dela, a nossa volta, a minha ultima visão do seu corpo, que eu já tive nos meus braços tantas vezes, quente, diferente daquela hora. Pessoas perto de mim falando coisas, talvez consolos, não me importava. Eu não tinha expressão alguma, qualquer vida que havia no meu corpo se foi junto com ela. E assim permaneço, morta-viva, desde aquele dia. Lembro que prometi a ela, que sempre estaria com ela, aconteça o que acontecer. Estaria junto dela. Junto dela. É o unico lugar que me importa agora. Acordei dos pensamentos, resolvi tomar uma atitude. Apaguei o resto do cigarro, acendi outro, peguei um papel e uma caneta, botei uma musica pra tocar, e começei a escrever, os pensamentos se embalando na musica.
'' Quem achar este papel deve saber que a pessoa que o escreveu já estava morta bem antes de escreve-lo. O que fiz não foi loucura, ou uma atitude precipitada, e sim um favor a mim mesma.''
a musica penetrava na minha cabeça, ao fundo ( I held her close, I kissed her our last kiss, I found the love that I knew I had missed )
'' Dei minha vida a uma pessoa, ela me deu a dela, e tomei conta com todo o amor até não poder mais. E quando ela se foi, me fui junto com ela, mas não completamente. E agora preciso completar a promessa que fiz a ela. ''
( Well now she's gone, even tought i hold her tight, i lost my love, my life, that night. )
'' Prometi que estaria junto dela, onde quer que ela estivesse, e agora estou. E devo estar mais feliz que nunca, agora que não posso mais perde-la. Se acha que eu me arrependi, que foi um erro, está enganado. Foi uma das melhores coisas que já fiz. ''
parei um pouco para soltar a fumaça do cigarro lentamente e cantar baixo junto com a musica ( She's gone to heaven so i've got to be good, só i can see my baby when i leave this world )
''Meu corpo deve estar em algum lugar aqui perto, não tão difícil de achar. Não quero fazer ninguem perder seu tempo. Agora com licença, tenho que ir atrás da minha vida.
uma suicida qualquer. ''
Deixei o papel, a caneta, apaguei o cigarro, e andei, mais segura do que nunca, sem me importar com a chuva forte que caia sobre mim, e agora estou parada na beirada de uma ponte qualquer, pela primeira vez em muito tempo sentindo alguma emoção. Medo? Não. Uma coisa boa, quando você sabe que a dor vai acabar. Sorri e dei um passo a frente.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
(...)
Estavamos a sós
Precisava aproveitar aquele momento
Criei coragem, cheguei mais perto
Dei-lhe um beijo de leve no pescoço
ela se afastou e sussurou ' não.. '
' por que? '
' porque eu não quero.. '
' por que?..'
' por que?..'
Olhei fixamente pra ela
Mas ela não me olhava
Apenas encarava a grama.
Encostei a cabeça em seu ombro, querendo entender
Por que agora era assim?
Por que antes você queria, e agora não?
O que deu errado?
Com nossos rostos ainda proximos
Continuei olhando-a fixamente
Como se esperasse por uma resposta
Silêncio. Vários minuos de silêncio.
Quando percebi, já não estavamos mais sozinhas.
(...)
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Não conseguia dormir. Algo estava me deixando com insônia. Andei na rua, fumei um cigarro, pra tentar aliviar essa agonia. Voltei pro meu quarto, sentei na cama e fitei-me no espelho, com meu rosto pálido, minha visão turva e sem expressão.. de repente, lembranças me vieram a cabeça. lembranças com você. naquele momento, consegui sentir sua respiração, tão perto de mim, minhas mãos trêmulas anseavam pela sua pele, e minha ansiedade só aumentava, quase sentia sua presença naquele quarto. alucinação? não sei. mas estava me deixando louca. e eu precisava de você.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
- Não tem eletricidade aqui?
- Não precisamos dela. As pessoas se acostumam com a conveniência. Acham que a conveniência é melhor, jogam fora o que é realmente bom.
- Mas, e a iluminação?
- Temos velas e óleo de linhaça.
- Mas a noite é tão escura..
- Sim. A noite tem de ser assim.. Por que a noite deveria ser clara como o dia? Eu não gostaria de não conseguir ver estrelas à noite.
- ''A Aldeia Dos Moinhos'' , do filme 'Sonhos'
- Não precisamos dela. As pessoas se acostumam com a conveniência. Acham que a conveniência é melhor, jogam fora o que é realmente bom.
- Mas, e a iluminação?
- Temos velas e óleo de linhaça.
- Mas a noite é tão escura..
- Sim. A noite tem de ser assim.. Por que a noite deveria ser clara como o dia? Eu não gostaria de não conseguir ver estrelas à noite.
- ''A Aldeia Dos Moinhos'' , do filme 'Sonhos'
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
(...)
Cheguei lá, ambiente caótico
Rock, alcool, cigarros, muita gente
E ela se destacava no meio das pessoas.
Sei que estava me evitando, mas precisava falar com ela
' oi, tudo bem? '
' oi.. to bem '
' ... '
Me deu as costas, e passou o resto da noite fugindo
Na sua melancolía inexplicada
Nos olhvamos, mas ficavamos em silêncio
Um silêncio perturbador..
(...)
Chegou a hora de ir. Me despedi das pessoas
Me despedi dela, e fiquei parada em sua frente
Olhando-a, e pensando ' mas afinal, o que você tem? '
Ela me olhou, e disse ' o que você quer? '
Cheguei lá, ambiente caótico
Rock, alcool, cigarros, muita gente
E ela se destacava no meio das pessoas.
Sei que estava me evitando, mas precisava falar com ela
' oi, tudo bem? '
' oi.. to bem '
' ... '
Me deu as costas, e passou o resto da noite fugindo
Na sua melancolía inexplicada
Nos olhvamos, mas ficavamos em silêncio
Um silêncio perturbador..
(...)
Chegou a hora de ir. Me despedi das pessoas
Me despedi dela, e fiquei parada em sua frente
Olhando-a, e pensando ' mas afinal, o que você tem? '
Ela me olhou, e disse ' o que você quer? '
As palavras me atingiram com força
Baixei a cabeça devagar
Dei as costas pra ela, e fui embora
( eu queria você.. )
(...)
Baixei a cabeça devagar
Dei as costas pra ela, e fui embora
( eu queria você.. )
(...)
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
(...)
Eu gosto de morrer aos poucos
Pequenas doses de auto-destruição
Quem gosta de viver inconsequente
Deixe em casa o coração
Eu não carrego mais o meu
A vida é mais gostosa
Fora dos trilhos
Enlouqueço passo mal
Respiro tristeza e perigo
Não faço das cinzas meu final
Não me envolvo com gente decente
Me cansa me corrói
Pra não ter as ferdas pra sempre
Deixo em casa o que dói
(...)
Com Um Buraco No Peito - Andróide Sem Par
Eu gosto de morrer aos poucos
Pequenas doses de auto-destruição
Quem gosta de viver inconsequente
Deixe em casa o coração
Eu não carrego mais o meu
A vida é mais gostosa
Fora dos trilhos
Enlouqueço passo mal
Respiro tristeza e perigo
Não faço das cinzas meu final
Não me envolvo com gente decente
Me cansa me corrói
Pra não ter as ferdas pra sempre
Deixo em casa o que dói
(...)
Com Um Buraco No Peito - Andróide Sem Par
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Minha doce dor se esconde
Por trás de um sorriso
Comprado, corrompido
Feliz fingido
Penso, dispenso explicações
Não controlo meu super-ego
Impossivel entender minha tristeza
Já desisti ,não existe porquê
Sou apenas mais um alegre deprê
Busquei em vão
Identificar
Motivos para não
Querer te guadar
Seria o Rolex? - Móveis Coloniais de Acaju
Por trás de um sorriso
Comprado, corrompido
Feliz fingido
Penso, dispenso explicações
Não controlo meu super-ego
Impossivel entender minha tristeza
Já desisti ,não existe porquê
Sou apenas mais um alegre deprê
Busquei em vão
Identificar
Motivos para não
Querer te guadar
Seria o Rolex? - Móveis Coloniais de Acaju
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Eu sei que nada tenho a dizer,
Mas acabei dizendo sem querer
Palavra bandida!
sempre arruma um jeito de escapar
Seria tudo muito melhor
Se a musica falasse por si só
dá raiva da vida
Nada existe sem classificar
Penso, tento
achar palavras pro meu sentimento
Tanto é pouco, nada diz
Não é triste ,nem feliz
Mesmo sendo
Um pranto, um choro ou qualquer lamento
Nada importa, tanto faz
Se é pra sempre ou nunca mais
Pensei em mil palavras, e enfim
Nenhuma das palavras coube em mim
Não vejo saida
Como vou dizer sem me calar?
Diria mudo tudo o que faz
Minha vida andar de frente para tras
Uma frase perdida
Num discurso feito de olhar
(...)
Sem Palavras - Móveis Coloniais de Acaju
Mas acabei dizendo sem querer
Palavra bandida!
sempre arruma um jeito de escapar
Seria tudo muito melhor
Se a musica falasse por si só
dá raiva da vida
Nada existe sem classificar
Penso, tento
achar palavras pro meu sentimento
Tanto é pouco, nada diz
Não é triste ,nem feliz
Mesmo sendo
Um pranto, um choro ou qualquer lamento
Nada importa, tanto faz
Se é pra sempre ou nunca mais
Pensei em mil palavras, e enfim
Nenhuma das palavras coube em mim
Não vejo saida
Como vou dizer sem me calar?
Diria mudo tudo o que faz
Minha vida andar de frente para tras
Uma frase perdida
Num discurso feito de olhar
(...)
Sem Palavras - Móveis Coloniais de Acaju
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